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quinta-feira, 10 de abril de 2014

A MORTE DE ACABE


Dizem que quem está no inferno não quer ficar só e este ditado acabou se tornando verdadeiro na vida do rei Josafá.

Como já sabemos, Josafá foi rei de Judá quando a nação estava dividida em dois reinos: Israel e Judá. Josafá reinava em Judá ao mesmo tempo em que Acabe reinava em Israel. Em razão do casamento de um filho de Josafá com a filha de Acabe, Josafá foi visitar o rei de Israel. Foi um erro. Acabe era idólatra, adorava deuses estranhos e perseguia os profetas de Deus e mesmo sabendo disso, Josafá deu ouvidos ao rei de Israel.

Acabe propôs a Josafá uma espécie de aliança militar, com o objetivo de expulsar os sírios que ocupavam o território de Ramote-Gileade e Josafá aceitou, mas primeiro quis saber a opinião de Deus sobre a campanha militar e se dispôs a consultar um profeta do Senhor.

O rei Acabe disse que isso não seria problema e mandou chamar alguns dos falsos profetas de Israel e todos disseram a mesma coisa, que haveria vitória, mas só disseram isso para agradar Acabe, não falaram pelo Senhor. Josafá ficou desconfiado e insistiu que trouxessem Micaías, que era um profeta fiel ao Senhor. Acabe detestava Micaías, porque dizia que ele sempre profetizava coisas ruins para ele, mas, ainda assim e para agradar Josafá, mandou buscar Micaías.

Não deu outra. Mesmo arriscando sua própria vida, Micaías deu o recado de Deus e disse que a batalha contra os sírios seria perdida e que Acabe morreria nela. Acabe ficou furioso e mandou prenderem Micaías no cárcere a pão e água, até que ele voltasse da batalha.

Josafá era um homem de Deus, fiel ao Senhor, porém (não sei por que cargas d’água) resolveu manter a aliança com Acabe e foi para a batalha. Acho que foi um daqueles momentos “Omo” (branco total) que acontece com todo mundo, pelo menos uma vez na vida.

Pois bem. Acabe odiava Micaías, mas sabia que ele era um profeta verdadeiro, que falava pela boca de Deus, então tomou medidas para sua própria segurança e, traiçoeiramente, convenceu Josafá a vestir suas vestes reais na frente da batalha e ele foi mais atrás disfarçado de soldado comum. Que malandro, hein?

A ideia era que se alguém tivesse de morrer, que fosse Josafá, afinal os sírios queriam matar era o rei de Israel e era Josafá quem estava com as suas vestes reais na frente da batalha, assim, até se provar que focinho de porco não é tomada, morreria Josafá e não Acabe. Na verdade o rei dos sírios tinha dado uma ordem aos seus exércitos que não pelejassem contra ninguém, contra nenhum soldado ou general, mas somente contra o rei de Israel, que era seu inimigo pessoal.

Pois bem, lá se foi todo mundo para a batalha contra os sírios. Na frente Josafá vestido com suas roupas reais, Acabe vinha lá atrás, no meio dos soldados e vestido com roupas comuns de soldado. Foi batata! Josafá foi tomado por rei de Israel e foi perseguido pelos sírios, mas ele clamou ao Senhor, pediu ajuda e Deus desviou os sírios de Josafá.

E o que aconteceu com Acabe? Ele continuou disfarçado e não foi reconhecido? Que nada! Com Deus não se brinca e muito menos se engana. Apesar de disfarçado, Acabe morreu vitimado por uma “flecha perdida”, lançada ao acaso, veja: Então um homem armou o arco e atirou a esmo, e feriu o rei de Israel entre as junturas e a couraça; então disse ao carreteiro: Dá volta, e tira-me do exército, porque estou gravemente ferido. E aquele dia cresceu a peleja, mas o rei de Israel susteve-se em pé no carro defronte dos sírios até à tarde; e morreu ao tempo do pôr do sol.” (2 Crônicas 18:33-34). Viu só?

Acabe achou que poderia driblar a morte anunciada pelo profeta de Deus, ou seja, ele achou que poderia enganar o próprio Deus e disfarçado, não seria morto pelos sírios. Acabe era mau caráter mesmo e fez Josafá de besta, porém sua sentença de morte já estava assinada e carimbada por Deus e uma “fecha perdida” acabou matando o rei de Israel.

Josafá voltou em paz para Jerusalém, mas não escapou do pito, do carão, da bronca de Deus. O profeta Jeú foi ao encontro de Josafá e disse: “Devias tu ajudar ao ímpio, e amar aqueles que odeiam ao SENHOR? Por isso virá sobre ti grande ira da parte do SENHOR. Boas coisas contudo se acharam em ti; porque tiraste os bosques da terra, e preparaste o teu coração para buscar a Deus.” (2 Crônicas 19:2-3).

Josafá só não levou um baita castigo, porque ele era fiel ao Senhor e coisas boas foram achadas nele. Na balança de Deus as coisas boas sempre têm um peso maior. Graças a Deus!

Dois reis e duas vidas completamente opostas. Acabe era a idolatria em pessoa, Josafá a fidelidade em essência. Josafá agradou a Deus e Acabe desafiou a Ele mandando matar, encarcerar e destruir os profetas Dele.

Sempre temos pelo menos duas opções na vida e sobre nossas escolhas pesam as consequências, boas ou ruins. A melhor opção é sempre agradar a Deus e só tem um jeito de fazer isso: é reconhecer Jesus como Seu Filho e nosso Salvador, o resto é resto.

sábado, 15 de março de 2014

Provas Incontestáveis da Veracidade da Bíblia

maiormelhor e mais confiável documento de todos os tempos é a Bíblia. Suas afirmações são continuamente confirmadas, como mostra o artigo a seguir.
Novas escavações, achados arqueológicos, escritos antigos, descobertas surpreendentes e avanços noconhecimento científico confirmam o que a Bíblia diz. Um recente documentário da BBC comprovou que o êxodo dos israelitas do Egito foi real.

Os registros bíblicos poderiam estar certos

O relato bíblico da saída do povo de Israel do Egito pode ser comprovado cientificamente. Segundo um documentário da televisão britânica BBC, os resultados de pesquisas científicas e os achados e estudos de egiptólogos e arqueólogos desmentem a afirmação de que o povo de Israel jamais esteve no Egito. Contrariamente às teses de alguns teólogos, que afirmam que o livro de Êxodo só foi escrito entre o sétimo e o terceiro séculos antes de Cristo, os pesquisadores consideram prefeitamente possível que o próprio Moisés tenha relatado os fatos descritos em Êxodo – o trabalho escravo do povo hebreu no Egito, a divisão do Mar Vermelho e a peregrinação do povo pelo deserto do Sinai. Eles encontraram indícios de que hebreus radicados no Egito conheciam a escrita semita já no século 13 antes de Cristo. Moisés, que havia recebido uma educação muito abrangente na corte de Faraó, teria sido seu sábio de maior destaque. E isso teria dado a ele as condições para escrever o relato bíblico sobre a saída do Egito, conforme afirmou também um documentário do canal cultural franco-alemão ARTE.

Pragas bíblicas?

Segundo o documentário, algumas inscrições encontradas em palácios reais egípcios e em uma mina, bem como a descrição detalhada da construção da cidade de Ramsés, edificada por volta de 1220 a.C. no delta do Nilo, comprovariam que os hebreus realmente viveram no Egito no século 13 antes de Cristo. A cidade de Ramsés só existiu por dois séculos e depois caiu no esquecimento, portanto, o relato só poderia vir de uma testemunha ocular. Também as dez pragas mencionadas na Bíblia, que forçaram Faraó a libertar o povo de Israel da escravidão, não poderiam ser, conforme os pesquisadores, uma invenção de algum escritor que viveu em Jerusalém cinco séculos depois...

Moisés recebeu a lei no monte Karkom

Do mesmo modo, o mistério do monte Horebe, onde Moisés recebeu os Dez Mandamentos, parece que está começando a ser desvendado pela ciência. No monte Sinai, onde monges do cristianismo primitivo imaginavam ter ocorrido a revelação de Deus, os arqueólogos nunca encontraram qualquer vestígio da presença de 600.000 homens. Em contrapartida, porém, ao pé do monte Karkom, localizado na região fronteiriça egípcio-israelense, foram encontrados os restos de um grande acampamento, as ruínas de um altar e de doze colunas de pedra. Essa concordância com a descrição no livro de Êxodo (Êx 24.4) provaria, segundo citação dos cientistas na BBC, que o povo de Israel realmente esteve por um certo tempo no deserto". (Idea Spektrum, 8/2000)
Não há dúvida de que os relatos bíblicos são corretos. Lemos no Salmo 119.160: "As tuas palavras são em tudo verdade desde o princípio, e cada um dos teus justos juízos dura para sempre." Nosso Senhor Jesus confirmou a veracidade de toda a Palavra de Deus ao orar: "Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade" (Jo 17.17). Nessa ocasião já existiam os escritos do Antigo Testamento, portanto, Jesus confirmou todo o Antigo Testamento, a partir do livro de Gênesis, como sendo a verdade divina.
No Egito, Israel tornou-se um grande povo, exatamente como Deus havia prometido a Abraão séculos antes (Gn 12.1-3). Quando Israel ainda nem existia como nação, Deus já disse a Abraão: "Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos. Mas também eu julgarei a gente a que têm de sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas" (Gn 15.13-14). Foi o que aconteceu com exatidão sob a liderança de Moisés alguns séculos mais tarde. Mas por que Israel foi conduzido para fora do Egito? Para tomar posse de uma terra que Deus lhe havia prometido, pois nessa terra deveria nascer como judeu o Salvador Jesus Cristo.
Hoje muitas pessoas não querem crer em Jesus e na Sua obra de salvação, por isso colocam em dúvida a veracidade das histórias bíblicas, pois gostariam de interpretá-las de outra maneira. Mas ninguém o conseguiu até hoje, pois continuamente são encontradas novas provas que confirmam a exatidão dos relatos bíblicos. Como poderia ser diferente, se o texto original da Bíblia foi inspirado pelo próprio Deus?
Muitas falsas doutrinas, ideologias e teorias têm sua origem em uma postura contrária a Deus. Karl Marx e Friedrich Engels, por exemplo, odiavam tudo que dizia respeito a Deus. Charles Darwin também rejeitava a Deus. Ele desenvolveu a teoria da evolução porque tinha se afastado conscientemente de Deus. Evidentemente, quando se faz isso, precisa-se buscar uma nova explicação para tudo o que existe visivelmente. Mas o pensamento lógico já nos diz que aquilo que nossos olhos vêem não pode ter surgido por si mesmo. Peter Moosleitner (que por muitos anos foi redator-chefe da popular revista científica alemãPM) acertou em cheio ao afirmar: "Tomemos a explosão inicial, talvez há 16 bilhões de anos – ali reinavam condições que conseguiam reunir, num espaço do tamanho da ponta de uma agulha, tudo o que forma o Universo. Então, esse ponto se expandiu. Segundo essa concepção, temos duas alternativas: (1) Paramos de perguntar pelas origens do Universo. (2) Se existe algo capaz de colocar o Universo inteiro na ponta de uma agulha, como poderei chamá-lo, a não ser de Deus?"
Mas, na verdade Deus é infinitamente maior! Ele criou tudo a partir do nada, através de Sua Palavra, e isso não aconteceu há bilhões de anos, mas há cerca de 6000 anos atrás, em apenas seis dias. Hebreus 11.3 diz: "Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem." A Palavra de Deus não é apenas absoluta verdade e absolutamente poderosa, ela também salva por toda a eternidade, concede vida eterna, livra do juízo, e vence até a própria morte. Jesus Cristo diz: "Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida" (Jo 5.24). (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

quarta-feira, 12 de março de 2014

O QUE VOCÊ É? FILHO OU ESCRAVO?

Texto: Lucas c15 v11-25

Introdução:
- Quando Jesus contou a parábola do filho prodigo, literalmente ele narrou a historia e um jovem que deixou a posição de filho e após esbanjar todos os seus bens, passou a viver como um escravo em terras estrangeiras.
- E por inspiração do Espírito Santo me coube analisar as grandes diferenças que há em ambos estilos de vida.
- Um estilo de vida proporcionado por Cristo e outro estilo de vida proporcionado por Satanás.
AS DIFERENÇAS ENTRE FILHO E ESCRAVO
1. Direito da Vestimenta
- O filho se vestia do melhor que o pai concedia.
- Jesus quer no revestir com as vestes salpicadas pelo seu sangue carmesim.
- Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa (Lucas 15:22)
O escravo se vestia com os remendos das sobras.
- Satanás quer nos vestir com a roupagem da vergonha e da humilhação.
- Aconselho-te que de mim compres ouroprovado no fogo, para que te enriqueças; eroupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez (Ap 3:18)
2. Direito da Refeição
- O filho comia o melhor da mesa de seu Pai.
- Cristo quer nos alimentar com sua santa palavra, com o maná vivo que desce dos céus.
E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos; (Lucas 15:23)
- O escravo comia os restos, as sobras
- Satanás quer nos dar restos, sobras comodrogas, bebidas, prostituição, fornicação e etc.
E desejava encher o seu estômago com asbolotas que os porcos comiam (Lucas 23:11)
3. Direito do Domínio Próprio.
- O filho tem domínio próprio.
- Cristo quer que sejamos livres na sua presença, quer que vivamos nossos sonhos, nossos projetos. Cristo nos da o direito de tomar nossas próprias decisões
Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. (João 8:36)
- O escravo não exerce a sua própria vontade
E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos.
- Satanás quer tirar o nosso direito de escolha não nos deixa ter vontade própria, coloca um jugo sobre as nossas costas para nos dominar e nos destruir.
- Você drogado, alcoólatra, fumante, que muitas vezes quer parar de cometer tais atos e não consegue, você esta sob o domínio das trevas, mas Jesus quer te libertar.
4. Direito do Descanso.
O filho tem direito ao seu descanso.
Jesus quer nos dar descanso das dificuldadese dos fardos dessas vidas.
Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. (...) e encontrareis descanso para as vossas almas.
Escravo não tem direito a descanso, é o ultimo a se deitar e o primeiro a se levantar
Satanás quer roubar a nossa paz, não nos deixa descansar, quer infernizar a nossa vida e destruir tudo que temos (Jo 10:10)
5. Direito de Herança
O filho herda o que é de seu Pai.
Jesus quer que sejamos filho do Pai celestial para que herdamos a vida eterna.
Para uma herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para vós, (1Pe 1:4)
O escravo não tem direito a herança por que não faz parte da família
O diabo quer nos manter sob a escravidão e roubar de nos a nossa herança, sendo assim a única coisa que nos resta é a morte eterna.
Conclusão:
Podemos ver muito bem as enormes diferenças entre o Filho e o Escravo, sendo assim fica a pergunta.
O que você tem sido Filho ou Escravo?
Jesus te ama e quer salvar a sua vida, mas a escolha esta em suas mãos e é você quem decide.

sábado, 1 de março de 2014

Sou evangélico, qual o problema em pular carnaval?

Por Renato Vargens

Alguns crentes em Jesus não vêem nenhum problema no Carnaval. Para eles, se não tiver azaração, pegação, bebidas e drogas, não existe nenhum mal desfrutar da festa de Momo, mesmo porque o que importa é a diversão. Segundo estes, o desfile na televisão é tão bonito! E outra coisa: Que mal tem se alegrar ao som dos sambas enredos do Rio de Janeiro? Pois é, o que talvez estes crentes IGNOREM é a história, o significado e a mensagem do carnaval.
Ao estudarmos a origem do Carnaval, vemos que ele foi uma festa instituída para que as pessoas pudessem se regalar com comidas e orgias antes que chegasse o momento de consagração e jejum que precede a Páscoa, a Quaresma. Veja o que a The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 nos diz a respeito: “O Carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e comilança que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma.
Carnaval, provavelmente vem da palavra latina “carnelevarium” (Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (Shrove Tuesday).” (The Grolier Multimedia Encyclopedia).
“Provavelmente originário dos “Ritos da Fertilidade da Primavera Pagã”, o primeiro carnaval que se tem origem foi na Festa de Osiris no Egito, o evento que marca o recuo das águas do Nilo. Os Carnavais alcançaram o pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto com a Bacchanalia Romana e a Saturnalia.
A Enciclopédia Grolier exemplifica muito bem o que é, na verdade, o carnaval. Uma festa pagã que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia, na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia Grega Dionísio era o deus do vinho e das orgias. Veja o que The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 diz a respeito da Bacchanalia, ou Bacanal, Baco e Dionísio e sobre o Festival Dionisiano:
“O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deusdo vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186dC.” (The Grolier Multimedia Encyclopedia)
Pois é, no Brasil o carnaval possui a conotação da transgressão. Disfarçado de alegria, a festa de Momo promove promiscuidade sexual, prostituição infantil, violência urbana, consumo de drogas, além de contribuir para a descontrução de valores primordiais ao bem estar da família.
Isto posto tenho plena convicção de que não vale a pena enredar-se as oferendas do Carnaval. Como crentes em Jesus, devemos nos afastar de toda aparência do mal. Participar da festa de Momo significa se deixar levar por valores anti-cristãos e imorais permitindo assim que o adversário de nossas almas semeie em nossos corações conceitos absolutamente antagônicos aos ensinos deixados por Jesus.
Para terminar essa reflexão, compartilho um poema de Jerônimo Gueiros (1880-1954) que foi um ministro presbiteriano nordestino muito conhecido por seu rico ministério, no Recife, e por suas qualificações como literato e apologista da fé cristã. De sua lavra surgiram artigos penetrantes, livros inspiradores e poesias tão belas quanto incisivas e pertinentes aos temas apresentados.

“Carnaval! Empolgante Carnaval!
Festa vibrante!Festa colossal!

Festa de todos: de plebeus e nobres,
Que iguala, nas paixões, ricos e pobres.
Festa de esquecimento do passado,
De térreo paraíso simulado…
Falsa resposta à voz do coração
De quem não frui de Deus comunhão,
Festa da carne em gozo desbragado,
Festa pagã de um povo batizado,
Festa provinda de nações latinas
Que se afastaram das lições divinas.
Ressurreição das velhas bacanais,
Das torpes lupercais, das saturnais
Reino de Momo, de comédias cheio,
De excessos em canções e revolteio,
De esgares, de licença e hilaridade,
De instintos animais em liberdade!
Festa que encerra o culto sedutor
De Vênus impúdica em seu fulgor.
Festa malsã, de Cristo a negação,
Do “Dia do Senhor” profanação.
Carnaval!Estonteante Carnaval!
Desenvoltura quase universal!
Loucura coletiva e transitória,
Deixa do prazer lembrança inglória,
Festa querida, do caminho largo,
De início doce, mas de fim amargo…
Festa de baile e vinho capitoso,
Que morde como ofídio venenoso,
Que tira do homem sério o nobre porte,
E gera o vício, o crime, a dor e a morte.
Carnaval!Vitando Carnaval!
Festa sem Deus!Repúdio da moral!
Festa de intemperança e gasto insano!
Trégua assombrosa do pudor humano,
Que solta a humana besta no seu pasto:
O sensualismo aberto mais nefasto!
Festas que volve às danças do selvagem
E do africano, em fúria, lembra a imagem,
Que confunde licença e liberdade
Nos aconchegos da promiscuidade
Sem lei, sem norma, sem qualquer medida,
Onde a incauta inocência é seduzida,
Onde a mulher, às vezes, perde o siso
E o cavalheiro austero o são juízo;
Onde formosas damas, pela ruas,
Exibem, saltitando, as formas suas,
E no passo convulso e bamboleante,
Em requebros de dança extravagante,
Ouvem, no “frevo” , as chufas e os ditados
Picantes, de homens quase alucinados,
De foliões audazes, perigosos,
Alguns embriagados, furiosos!
Muitos, tirando a máscara, em tais dias,
Revelam, nessas loucas alegrias,
A vida que levaram mascarados
Com a máscara dos homens recatados…
Carnaval!Perigoso Carnaval!
Que grande festa e que tremendo mal!
Brasil gigante, atenção! Atenção!
O Carnaval é festa de pagão!
Repele-o! Que te traz só dor e morte!
Repele-o! E inspira em Deus a tua sorte.

Pense nisso!
Renato Vargens

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A ARCA ALIANÇA VERSUS DAGOM


Deus não precisa de defensores, de zeladores de Sua Obra, Ele mesmo é quem se defende e zela por Sua Obra por toda a face da terra. Deus é Deus e sabe de todas as coisas e lê mentes e corações e sabe das intenções por trás das máscaras, das aparências, das atitudes. Deus operou muitos milagres no Velho Testamento, mas tem uma passagem que é tremenda e que fala do nosso Deus que não precisa de defensores, que zela pelo Seu próprio nome.

Os filisteus se organizaram para combater Israel. Na época Eli era o sacerdote já idoso, cego, pesado e ele passou o sacerdócio a seus dois filhos que não eram um exemplo de conduta. Samuel começava no ministério de profecia e ainda estava sob a autoridade de Eli. Houve uma grande batalha e os filisteus prevaleceram contra Israel e feriram uns quatro mil homens.

Quando os soldados voltaram ao arraial de Israel, perguntaram aos anciãos a razão da derrota e chegaram à conclusão que deveriam levar a Arca da Aliança de Siló até o arraial dos hebreus e assim foi feito.  Quem levou a Arca foram os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias. Fizeram mal, a Arca não era itinerante, não podia ser levada de um lado ao outro a não ser com a autorização de Deus e eles não pediram permissão, foram lá e pegaram a arca.

Quando a Arca chegou ao arraial, todo o Israel gritou com grande júbilo, gritou tão alto que os filisteus ouviram e sentiram a terra tremer e ficaram impressionados. Os filisteus souberam que era a Arca do Senhor Deus de Israel que estava no meio do arraial dos hebreus e temeram grandemente e disseram que Deus estava no meio do arraial e se lamentaram: “Ai de nós! Tal nunca jamais sucedeu antes. Ai de nós! Quem nos livrará da mão desses grandiosos deuses? Estes são os deuses que feriram aos egípcios com todas as pragas junto ao deserto.” (1 Samuel 4:7-8).

É, meu amigo, a situação dos filisteus era sinistra mesmo. Se o Deus de Israel de longe fez o que fez no Egito, imagine no meio do arraial? Parece que a coisa iria ficar feia para os filisteus e eles temeram muito o Deus de Israel, mas eles reagiram. O raciocínio dos filisteus era lógico, se eles não vencessem logo Israel, acabariam escravos dos hebreus e isso não era nada interessante.

Os filisteus resolveram pelejar de pronto contra Israel, a presença da Arca ao mesmo tempo que os fazia temer, também era um incentivo para lutarem até a morte, para não cair nas mãos dos israelitas. Deu certo. Os filisteus pelejaram como nunca e feriram Israel. Trinta mil homens de Israel morreram naquele dia nas mãos dos filisteus, inclusive os filhos de Eli. Pior. Eles tomaram a Arca da Aliança das mãos dos israelitas.

Para a nação Israel aquele foi um dia terrível e logo chegou um mensageiro a Siló avisando da grande derrota, das mortes e da Arca da Aliança perdida para os filisteus. Quando Eli (que tinha 98 anos) soube de tudo caiu da cadeira na porta de sua casa e morreu.

Os filisteus levaram a Arca da Aliança para Asdode e a puseram na casa do deus Dagom, juntinho da imagem de Dagom. No dia seguinte, quando os filisteus acordaram e foram à casa de Dagom, viram que a estátua do deus deles estava estatelada no chão, com o rosto em terra, diante da Arca da Aliança. Eles tornaram a levantar a estátua de Dagom.

No dia seguinte, lá estava a estátua de Dagom caída de novo, com rosto em terra diante da Arca da Aliança, só teve mais um probleminha, a cabeça da estátua e suas mãos estavam cortadas e sobre o limiar do templo (na entrada, na soleira da porta). De Dagom só ficou o tronco mesmo. Isso foi só o começo.

A mão de Deus pesou sobre os habitantes de Asdode e Ele os feriu com hemorroidas. Era uma vergonha generalizada e os filisteus temeram ao Deus de Israel e resolveram que não poderiam ficar com a Arca da Aliança, porque ela estava destruindo até o deus deles, o tal de Dagom.

Interessante é o que disseram os filisteus: “Não fique conosco a arca do Deus de Israel; pois a sua mão é dura sobre nós, e sobre Dagom, nosso deus.” (1 Samuel 5:7). Os filisteus estavam preocupados com eles e com o deus deles. Dagom estava desmoralizado, a Arca do Deus de Israel desarrumou o templo dele e ainda cortou as mãos e a cabeça do “deus” Dagom. Viram só? Dagom era “deus”, mas não podia defender nem a ele próprio, precisava de defensores, precisa que alguém tomasse uma providência contra O DEUS DE ISRAEL. Que diferença do nosso Deus, que não precisa de defensores e cuida e zela por cada um de Seus servos no mundo inteiro.

Pois bem. Os filisteus reuniram todos os seus príncipes para decidir o que fazer da Arca da Aliança e eles decidiram enviá-la até Gate. Os filisteus só transferiram o problema de lugar, porque em Gate o vexame continuou e Deus feriu com hemorroidas todos os homens da cidade, do pequeno ao grande. Mandaram a Arca da Aliança para outra cidade, Ecrom, foi a mesma coisa, de sorte que os filisteus resolveram enviar a Arca de volta à Israel, porque o vexame era grande, os homens que não morriam, eram feridos com hemorroidas.

A Arca da Aliança foi devolvida à Israel em Bete-Semes e os hebreus se alegraram muito com a Arca, porém muita coisa ainda estava por acontecer até que a Arca foi levada por Davi para Jerusalém, mas isto é outra história.

A Arca era o símbolo da presença de Deus no meio do Seu povo. Dentro da Arca estavam alguns objetos que lembravam aos hebreus alguns dos milagres que Deus operou no meio deles. Apesar de tantos milagres e maravilhas feitas aos Hebreus desde sua saída do Egito, a rebeldia do povo era um fato. Parece que sofriam de amnésia, não se lembravam de tudo que Deus fez por eles, mas isso não é coisa do passado.

Nós somos ingratos e esquecidos das maravilhas que Deus fez e faz todos os dias em nossas vidas. O bem é fácil de esquecer. Todos os dias recebemos a proteção da sombra do onipotente, saímos e voltamos apesar da violência que assola das grandes cidades até os rincões mais esquecidos do país. Depois de passarmos por um grande deserto da vida, não sabemos explicar como não morremos, como nos alimentamos, como resistimos às pressões e não temos explicação. Foi Deus quem nos alimentou, protegeu e cuidou pelo caminho, falo por experiência própria.

Temos um Deus que não precisa de nossa proteção, que nos protege e guarda. Temos um Deus que toma vingança por nós, que transforma a maldição em bênção, que nos desvia do mal, que mandou Seu único Filho para nos resgatar dos nossos pecados e nos levar para Ele próprio. O problema é que nem sempre reconhecemos Sua grande proteção, Seu sustento em todos os sentidos e muitos sequer reconhecem o sacrifício de Jesus. Acredite, as promessas de Deus são para você e para mim e a salvação é para hoje, não deixe para amanhã.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Os Inimigos da Oração

Os Inimigos da Oraçao

Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Tm 2.1-4).
Existem seis armas terríveis que o Diabo usa para paralisar a vida de oração dos crentes:

1. Cansaço!

Como é paralisante o cansaço que o impede de perseverar na oração! Mas é justamente na oração que você supera esse estranho cansaço, pois a Bíblia diz: “Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam” (Is 40.29,31). Entregue-se à oração, e você encontrará o descanso verdadeiro.

2. Distração!

Você não consegue se concentrar? Outros pensamentos vêm à sua mente quando você quer orar? Durante a oração, de repente você percebe que seus pensamentos estão bem longe? Essas são armas do inimigo que você derrota orando em voz alta. Davi diz no Salmo 55.16-17: “Eu, porém, invocarei a Deus, e o Senhor me salvará. À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e ele ouvirá a minha voz”. Ore com voz forte e audível, e as distrações não terão poder sobre você!

3. Inquietação interior

Uma inquietação inexplicável tomou conta de você? Justamente dessa inquietação é que você pode se livrar quando ora. Seja qual for a causa – pecado, nervosismo ou incredulidade – a Bíblia diz: “Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado” (Sl 55.22). E mais: “Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu” (Sl 42.11). Somente na oração você receberá ajuda para se libertar da inquietação de seu coração.

4. Pressa

A arma que Satanás provavelmente usa com mais sucesso contra os que querem orar é a pressa. O que diz a Escritura em Eclesiastes 8.3a? “Não te apresses em deixar a presença dele.” Não devemos ter pressa em deixar a presença do Senhor. Qual é a causa de sua pressa? A montanha de trabalho que espera por você! Seu trabalho parece não ter fim? Mas é justamente na oração que você recebe as condições para fazer seu trabalho bem feito e com rapidez. Quanto mais tempo você ora, mais trabalha. Sei muito bem que isso contraria nossa lógica, mas milhares de experiências confirmam essa receita, e a Bíblia diz em Isaías 55.2-3a: “Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o vosso suor, naquilo que não satisfaz? Ouvi-me atentamente, comei o que é bom e vos deleitareis com finos manjares. Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá.” Através da oração constante, suas tarefas diárias serão supridas pelas fontes divinas de força. Admirado, você reconhecerá que o tempo que passou em oração fervorosa foi a melhor maneira de usar seu tempo, e a terrível arma da pressa terá perdido seu poder destrutivo sobre você.

5. Desânimo

O desânimo é uma arma que neutraliza muitas pessoas que oram. Desânimo é começar e parar. Desanimar é não olhar para longe o suficiente. A Bíblia diz: “Olhando firmemente para Jesus”. Esse olhar para cima, para Jesus, é desviar o olhar das coisas visíveis ao nosso redor e voltá-lo para Jesus – voltar-se para Ele orando! Você está desanimado por causa de sua fraqueza espiritual, desanimado por seus fracassos, desanimado pela dureza de coração das pessoas, desanimado pelas tristes circunstâncias em que vive? Paulo exclama em 2 Coríntios 4.8 que em tudo ficamos “perplexos, porém não desanimados”. Por quê? Porque ele era um homem de oração. Isaías conclama: “Fortalecei as mãos frouxas e firmai os joelhos vacilantes. Dizei aos desalentados de coração: Sede fortes, não temais. Eis o vosso Deus. A vingança vem, a retribuição de Deus; ele vem e vos salvará” (Is 35.3-4). Existe apenas um meio de nos livrarmos do desânimo e do desalento em nosso coração: através da oração. Enquanto escrevo estas linhas, parece que poderes das trevas tentam me impedir de dizer as coisas como elas são. Sei que Satanás faz todo o possível para deixar você tão desanimado a ponto de não conseguir crer que a oração de fato lhe abre as fontes divinas. Mas em Nome de Jesus esses poderes estão derrotados! Suplico a você que está desanimado: Ore! Faça hoje um novo começo! Diga em voz alta: “Eu escolho a vontade de Deus e, em Nome de Jesus, rejeito a vontade de Satanás”. A vontade de Deus é que você ore. A vontade de Satanás é que você se cale.

6. Preguiça

A preguiça é uma arma traiçoeira que Satanás usa contra aqueles que desejam se tornar pessoas de oração. É a arma da carne, a sensação de impotência. Você se ajoelha, quer orar, mas não consegue dizer uma única palavra. Tudo parece muito difícil. A carne não consegue orar. Como você consegue se livrar dessa incapacidade e dessa preguiça? A resposta é: ore com a Bíblia! Leia em voz alta as promessas que falam da oração. Jesus disse: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis, batei, e abrir-se-vos-á” (Mt 7.7). Diga simplesmente a Deus: “Senhor, não consigo pedir, mas Tu dizes na Tua palavra que eu devo pedir, pedir com perseverança”. Exponha a Ele toda a sua miséria. Não fique calado! E enquanto você fala com Ele e lê Sua Palavra, de repente perceberá a faísca da oração acendendo seu coração, fazendo desaparecer sua preguiça e sua indolência, e suas orações alcançando o trono da graça.